Fantástico: jornal ideológico contra armas

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NO ALVO

Tendenciosa, mentirosa e sensacionalista. Não consigo encontrar outros adjetivos para qualificar a reportagem que foi ao ar, no último domingo, no Fantástico, sobre as armas de fogo. Claramente, o Fantástico trata-se de um jornal ideológico contra armas. O Brasil sempre teve uma legislação restritiva em relação ao armamento. A primeira proibição data de 1603, nas “Ordenações e leis do Reino de Portugal”. Por motivos óbvios, não era interessante para a metrópole deixar a colônia armada.

Mesmo com a Proclamação da República, a liberdade de legítima defesa nunca foi ampla. Piorou após a Revolução Constitucionalista, quando Getúlio, vendo as Forças Armadas encontrarem dificuldade para vencer os revolucionários, restringiu os calibres permitidos para civis, garantindo assim a superioridade de força ao Estado.

Os especialistas consultados pelo Fantástico, que se declararam contrários ao armamento, participaram de momentos importantes na linha do tempo da criminalidade violenta. José Vicente da Silva Filho foi Secretário Nacional de Segurança Pública no governo FHC, que dificultou o acesso da população às armas, proibiu definitivamente o porte civil e viu, então, o índice de homicídios aumentar quase 10% em três anos; entre 1997, data da sanção da nova lei, e 2000. Raul Julgmann foi ministro da Justiça no governo Temer, entre 2016 e 2018, justamente o período em que as mortes violentas atingiram seu recorde no país, vitimando 65.602 brasileiros em 2017.

Como o próprio analista do IPEA disse, ao justificar seus argumentos, os números não mentem. Os números, então, contrariam os dados que ele próprio apresentou. Ao contrário do que afirmou, que um crescimento de 1% no número de armas aumenta 2% o número de homicídios, no ano de 2019, após a flexibilização feita pelo governo Bolsonaro, o registro de novas armas aumentou 23,5% e os homicídios despencaram 20%.

Dados de outros países

Dados internacionais também comprovam a falácia desarmamentista. Os Estados Unidos, com 400 milhões de armas de fogo em circulação. No entanto, possui uma taxa de 5 homicídios para cada 100 mil habitantes, seis vezes menor do que a do Brasil, com apenas 1 milhão de armas registradas. 400 vezes menos.
Lá, também, temos exemplos como o de Orlando, que após uma campanha para que as mulheres se armassem e praticassem a auto-defesa, em apenas um ano, observou uma queda de 88% nos estupros. Segundo as estatísticas da “National Rifle Association”, aliás, quando a vítima está armada, apenas 3% dos crimes sexuais se concretizam.

Podemos também tomar o exemplo da Suíça, proporcionalmente o país mais armado do planeta, com taxa de 0,3 homicídios por 100 mil habitantes e raríssimos casos de estupro. Enquanto sua vizinha Suécia, desarmamentista, exibe uma aterradora estatística onde 1 em cada 4 mulheres terá sido estuprada ao longo de sua vida. 25% da população feminina do país!

A violência

E o aumento da violência, após o desarmamento civil, não é uma exclusividade brasileira, onde os homicídios aumentaram mais de 20%, na década seguinte ao desarmamento do governo Lula. Na Austrália, após a sanção de uma também severa legislação restritiva, foram registrados aumentos de 19% nos homicídios, 69% nos assaltos e a média de estupros atingiu 1 em cada 6 mulheres; mais que o dobro da média global.

Dizer que a população armada dificulta o trabalho da polícia é demonstrar ignorância total sobre a realidade. Em países com cultura armamentista, cidadãos armados servem de auxílio no combate à criminalidade. Tornam-se uma força auxiliar de Segurança, armada, treinada e gratuita.

O que desagrada os desarmamentistas não é o aumento da criminalidade, porque ela não acontece. A real preocupação é que cidadãos armados têm capacidade de de defenderem, inclusive do totalitarismo Estatal. Não por acaso, todas as grandes ditaduras foram precedidas por grandes campanhas de desarmamento civil.
Por isso a Segunda Emenda da Constituição Americana garantiu o direito ao acesso às armas, baseada no pensamento de Thomas Jefferson, um dos “Founding Fathers”: “Quando as pessoas temem o governo, isso é tirania. Quando o governo teme as pessoas, isso é liberdade”.

Desarmamento não é sobre armas ou segurança. Desarmamento é sobre controle.
Um povo armado jamais será escravizado!

Deputado Federal Capitão Augusto

Deputado Federal Capitão Augusto

Em 2014, fui eleito como Deputado Federal pelo Estado de São Paulo. Atualmente sou considerado um dos 10 melhores deputado federais de São Paulo pelo Ranking dos Políticos e também pelo Congresso em Foco. Em 2018 fui novamente eleito deputado federal com uma votação expressiva, sendo o 10° deputado federal mais bem votado do Brasil.

Sobre o Deputado

Defendo diversas bandeiras. Dentre elas, a Polícia Militar; os trabalhadores dos Rodeios; fui responsável pela criação do projeto turístico Angra Doce; consegui trazer o tratamento oncológico para Ourinhos; mais de 73 milhões em emendas para a região centro-oeste paulista e também apoio a caça dos javalis europeu, espécie invasora que destrói plantações.

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