Programa da Fátima Bernardes doutrinando as crianças

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O programa “Encontro” vem registrando recordes negativos na audiência e isso diz muito sobre a mudança de consciência dos brasileiros. Desde as maiores proibições às publicidades voltadas para crianças, que acabaram por encerrar as programações infantis nas redes de televisão abertas. Assim, as manhãs foram tomadas por programas que, muitas vezes, são absolutamente inadequados para o horário.
Fátima Bernardes talvez seja o exemplo mais claro. Seu programa já abordou temas como uso de drogas, ideologia de gênero, “poliamor” e até masturbação na quarentena.

A transformação política de um país não se resume às urnas. O que acontece nas eleições, aliás, é apenas um “termômetro” da cultura da sociedade. Se mudarms a forma das pessoas pensarem, consequentemente elas mudam suas opiniões e, inclusive, seus votos. Lógico que, para isso, é muito mais fácil manipular as crianças, com suas mentes em formação, do que os adultos. Uma estratégia de longo prazo.

Os brasileiros estão ficando mais atentos. Isso é verdade. Nas redes, estamos percebendo um movimento constante de pais e mães abrindo os olhos e denunciando youtubers, comediantes e artistas que tentam aliciar as mentes dos nossos filhos. Todavia, precisamos prestar atenção, também, aos velhos nomes, já conhecidos das famílias, que gozam até de certa credibilidade junto ao povo.

Conteúdos infantis

Xuxa Meneghel, por exemplo, talvez a mais conhecida entre as apresentadoras infantis do país, com uma carreira de décadas e um nome que inspira a confiança de muitos adultos, que cresceram assistindo aos seus programas, agora está lançando um livro com temática LGBT para crianças. Com a “blindagem” do discurso de tolerância, estão forçando uma sexualização precoce em nossos filhos.

Fátima Bernardes é um caso ainda mais sórdido. Após anos na bancada do Jornal Nacional, quando este era o principal noticiário do país, construiu uma credibilidade que, agora, está sendo usada para atingir as crianças. Como, na teoria, seu programa é para adultos, poucas pessoas se atentam para o fato do quão impróprio é o seu conteúdo, para o horário que é exibido.

Sem perceber, dentro de nossas casas, nossas crianças estão sendo visitadas, diariamente, por pessoas que querem educá-las, aos seus próprios moldes ideológicos, antes que os pais as eduquem. Exatamente por isso tentam iniciá-las em assuntos que, pela idade, ainda não foram iniciadas.
Deborah Duprat, ex vice-PGR do governo Dilma Rousseff, que chegou a ocupar a cadeira de vice-presidente do Conselho Nacional dos Direitos Humanos, causou polêmica quando disse que “as crianças não pertencem à família”. Se não nos atentarmos, se não ficarmos vigilantes quanto aos conteúdos que nossos filhos estão sendo expostos, as nefastas palavras da Procuradora tornar-se-ão verdade. Nossas crianças passarão a pertencer à mídia, sem sair dos nossos sofás.

QUEDA LIVRE

A queda abrupta e constante na audiência de Fátima Bernardes, então, revela que estamos selecionando melhor e nos atentando mais para os conteúdos que entram em nossos lares e atingem nossas famílias. Um cuidado importantíssimo para com as nossas crianças, preservando e respeitando o desenvolvimento daqueles que, no futuro, determinarão os rumos do nosso país.

Quanto menos “encontros” tivermos com a Fátima Bernardes, mais estaremos indo ao encontro a um Brasil mais consciente e menos doutrinado.

 

Deputado Federal Capitão Augusto

Deputado Federal Capitão Augusto

Em 2014, fui eleito como Deputado Federal pelo Estado de São Paulo. Atualmente sou considerado um dos 10 melhores deputado federais de São Paulo pelo Ranking dos Políticos e também pelo Congresso em Foco. Em 2018 fui novamente eleito deputado federal com uma votação expressiva, sendo o 10° deputado federal mais bem votado do Brasil.

Sobre o Deputado

Defendo diversas bandeiras. Dentre elas, a Polícia Militar; os trabalhadores dos Rodeios; fui responsável pela criação do projeto turístico Angra Doce; consegui trazer o tratamento oncológico para Ourinhos; mais de 73 milhões em emendas para a região centro-oeste paulista e também apoio a caça dos javalis europeu, espécie invasora que destrói plantações.

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