Incêndios florestais e interesse internacional na Amazônia

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FOGUEIRA DA COBIÇA

Na Era da internet, quando as informações estão ao alcance de um clique, só acredita em manchete tendenciosa quem quer. Com uma pesquisa rápida, é possível encontrar notícias sobre grandes queimadas na região da Amazônia, que acontecem praticamente todos os anos. Em 2005, sob o governo Lula, foram 89.315 incêndios.

Incêndios florestais, aliás, acontecem desde antes de existir a humanidade. Claro que, em alguns casos, existe interferência humana, mas em outros, principalmente no período de estiagem, é um fenômeno completamente natural.

Mas gringo querer nos ensinar preservação ambiental é piada (e de muito mau gosto). O Brasil, que originalmente possuía menos de 10% das florestas mundiais, hoje possui 28,3%. Temos, ainda, 69,4% das nossas florestas primitivas. A América Central só possui 9,7%; a África 7,8%, a Ásia 5,6% e a Europa apenas 0,3%. 99,7% das florestas europeias, continente de onde vêm os maiores críticos às políticas ambientais brasileiras, foram absolutamente devastadas!

Ao contrário do resto do mundo, onde a consciência ambiental é algo bastante recente, no Brasil, esse cuidado sempre existiu. Nas ordenações Manuelitas, datadas de 1521, já existem dispositivos que tratam do tema. Em 1605, 105 anos após o “descobrimento”, foi promulgado o “Estatuto do Pau Brasil”, visando a preservação da espécie. No nosso primeiro código criminal, de 1830, já eram previstas penas para o desmatamento e regras para ocupação do solo.

Em se tratando de ocupação do solo, aliás, todo o país possui normas específicas, sendo que as da região amazônica estão entre as mais restritivas do mundo. Apenas 20% do solo pode ser ocupado, mesmo dentro de propriedades privadas.

Governo Federal coibindo crimes ambientais

Dizer que o Governo Federal está sucateando o combate ao desmatamento é uma mentira deslavada. Parou, sim, de repassar as fortunas destinadas às mais de 15.000 ONGs da região, em grande parte internacionais, que em sua maioria servem apenas para criar uma imagem negativa sobre a condução das políticas na área, fortalecendo uma narrativa que justifique uma intervenção internacional. Em vez disso, está usando as Forças Armadas para fiscalizar a coibir os crimes ambientais; o que, além de ser mais eficiente, visto que militares treinados têm muito mais capacidade e impõe muito mais respeito do que ativistas, ainda preserva os cofres públicos.

O interesse internacional na Amazônia não é e nunca foi por sua flora, que é riquíssima, mas por seu subsolo, que é ainda mais abundante. Preocupação ambiental, neste caso, é o que menos existe. A intenção é, única e exclusivamente, colocar em xeque a soberania nacional e questionar um governo eleito, porque não é mais leniente com a ocupação velada da região, como eram seus antecessores.

Os constantes ataques contra o presidente, ainda que em seu governo as queimadas sejam iguais ou menores do que as que aconteceram nos anos passados, são fruto exclusivamente de interesses financeiros e políticos. Isto vem de países que perderam o trânsito na nossa floresta, organizações que perderam o patrocínio Estatal ou pessoas que perderam nas urnas.

Disfarçam-se de ativistas e juram preocuparem-se com as causas mais nobres, mas a verdade é que só querem atacar nossas fronteiras e a nossa democracia.

A Amazônia é nossa. Não é do mundo, da ONU ou das ONGs. É do Brasil!

Deputado Federal Capitão Augusto

Deputado Federal Capitão Augusto

Em 2014, fui eleito como Deputado Federal pelo Estado de São Paulo. Atualmente sou considerado um dos 10 melhores deputado federais de São Paulo pelo Ranking dos Políticos e também pelo Congresso em Foco. Em 2018 fui novamente eleito deputado federal com uma votação expressiva, sendo o 10° deputado federal mais bem votado do Brasil.

Sobre o Deputado

Defendo diversas bandeiras. Dentre elas, a Polícia Militar; os trabalhadores dos Rodeios; fui responsável pela criação do projeto turístico Angra Doce; consegui trazer o tratamento oncológico para Ourinhos; mais de 73 milhões em emendas para a região centro-oeste paulista e também apoio a caça dos javalis europeu, espécie invasora que destrói plantações.

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